sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

AMOR, AMOR, AMOR....

Amor, um sentimento universal e que está se tornando cada vez mais escasso: amor. No dicionário, esta palavra significa “afeição profunda, zelo e cuidado pela pessoa amada.” Normalmente, quando pensamos em amor, automaticamente associamos ao relacionamento entre um homem e uma mulher. O amor é muito mais abrangente. Amamos a Deus, aos semelhantes, animais de estimação, trabalho, à Pátria e a nós mesmos.
Qual a última vez em que você falou para os seus pais, filhos, cônjuge, namorado e demais familiares, a frase EU TE AMO?
Idem, idem, em que você ouviu a mesma frase?
Quando assistimos às cenas com declarações de amor, por intermédio da televisão, cinema ou através da leitura de livros e revistas, é comum vir algumas lágrimas em nossos olhos e um gostoso sentimento no coração.
Entretanto, quando saímos do mundo da ficção e entramos no mundo “real”, somos arrebatados por este sentimento e desejamos que algo semelhante nos aconteça. Às vezes queremos ser o próprio personagem da estória
Acreditamos que a maioria deseja externar o seu amor ao próximo, mas, a ausência de tal prática, associada a outros fatores, nos impede de tal sublime atitude, que deveria ser cotidiana.
Fazendo um paralelo com os sentimentos da crítica, inveja e o ódio, eles, talvez porque sejam mais praticados, nós conseguimos externar com mais facilidade.
Se você reside ou trabalha em uma cidade populosa, observe o sentimento de indiferença entre pessoas: vemos gente vivendo e dormindo nas sarjetas; nos ônibus, há pessoas mal educadas ocupando os lugares reservados aos idosos; no trânsito, supermercados, agências bancárias a situação se repete. Aos poucos, vamos nos “acostumando” ou fingimos não enxergar estes e outros problemas.
Como quase tudo na vida é aprendido na prática, “natoralmente”, o amor está dentro de nós e precisamos exercitá-lo, objetivando aprender ou reaprender a amar.
Gostaria

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