terça-feira, 4 de setembro de 2012

CUIDADO COM OS CARAS DE PAU




É preciso que nessas eleições tenhamos muito cuidado com aqueles políticos 'Cara de Pau' que tentam ludibriar o cidadão, oferecendo algo em troca de um voto.

Também é preciso que observemos se o candidato que por ventura vier nos solicitar o voto, se ele tem mãos limpas, se tem capacidade para administrar o futuro de nossa cidade, ou se ele já fez algum desmando com o dinheiro público.

Precisamos acordar e ver que já está na hora de votar em cidadãos comprometidos realmente em trabalhar em benefício do povo, que tenha propostas concretas que mudem para melhor a vida das pessoas.

Está mais do que na hora de sairmos da política do assistencialismo barato praticado por alguns políticos, que só se utilizam da máquina pública para comprar a consciência do cidadão e praticar o enriquecimento ilícito entre eles próprios e seus familiares.

Enfim, está na hora de  darmos um basta nesses políticos 'Cara de Pau' e votarmos em políticos com mãos limpas, capazes de gerir nosso dinheiro público com responsabilidade e ética profissional, afinal, um gestor público nada mais é do que um funcionário do povo.

ESTOU VIVO



                  Estamos de volta, vamos novamente trabalhar.

                             Abraço a todos 

quarta-feira, 25 de julho de 2012

PESSOAS DIFERENTES TRATAMENTO DIFERENTE


As pessoas ao longo da história sempre demonstraram interesse e capacidade de se reunirem por intermédio de um evento. Estes eventos são nossos relacionamentos sociais, profissionais e familiares. Busca-se neles entre outras coisas a Felicidade, mas nem todas as pessoas estão dispostas a compartilhar das condições que esta busca impõe. Uma destas imposições é que as pessoas são diferentes apesar de estarem condicionadas a viverem em grupo sociais.
Estas diferenças precisam ser decifradas, mapeadas e respeitadas. Não podemos ter o mesmo comportamento com pessoas diferentes. É como não conhecer a cultura de um país antes de atuar nele. Não se deve “falar de corda em casa de enforcado”. Porém muita gente insiste em fazer um tratamento redondo entre quadrados, triângulos e retângulos.
Sem perder suas convicções, respeite os limites das pessoas. Em uma casa com três filhos nem sempre a mesma criação produz o mesmo efeito. Estas diferenças são nossa marca registrada. Procure ao relacionar-se conhecer mais sobre a pessoa para que este relacionamento não se transforme num confronto. Não é simples deixar o egocentrismo de achar que as coisas tem de girar em torno daquilo que se pensa, mas é necessário. Ninguém consegue bons relacionamentos tratando todos de maneira igual, até mesmo os preceitos religiosos possuem interpretação diferente entre os povos apesar de estarem escritos de uma maneira única.
Ninguém muda ninguém, mas qualquer pessoa com habilidade e humildade pode causar boas reflexões em outra, expondo suas idéias de maneira respeitosa. Todos gostaríamos que nunca acontecem discórdias em nosso meio de convívio, mas para isto acontecer os limites de cada um precisam receber um tratamento adequado.

terça-feira, 8 de maio de 2012

O SABOR DE PERDER


Nasrudin viu um homem sentado na beira de uma estrada, com ar de completa desolação.
“O que o preocupa?”, quis saber.
“Meu irmão, não existe nada interessante na minha vida. Eu tenho dinheiro suficiente para não precisar trabalhar, e estava viajando para ver se havia alguma coisa curiosa no mundo. Entretanto, todas as pessoas que encontrei nada têm de novo para me dizer, e só conseguem aumentar meu tédio”.
Na mesma hora, Nasrudin agarrou a mala do homem, e saiu correndo pela estrada. Como conhecia a região, rapidamente conseguiu distanciar-se dele, pegando atalhos pelos campos e colinas.
Quando se distanciou bastante, colocou de novo a mala no meio da estrada por onde o viajante iria passar, e escondeu-se por detrás de uma rocha. Meia hora depois o homem apareceu, sentindo-se mais miserável que nunca, por causa do ladrão que encontrara.
Assim que viu a mala, correu até ela e abriu-a, ofegante. Ao ver que seu conteúdo estava intacto, olhou para o céu cheio de alegria, e agradeceu ao Senhor pela vida.
“Certas pessoas só entendem o sabor da felicidade, quando conseguem perdê-la”, pensou Nasrudin, olhando a cena.

A ORAÇÃO QUE DEUS ENTENDIA


No ano de 1502, durante a conquista da América, um missionário espanhol visitava uma ilha perto do México, quando encontrou três sacerdotes astecas.
“Como vocês rezam?”, perguntou o padre.
“Temos apenas uma oração”, respondeu um dos astecas. “Dizemos: “ ó meu Deus, Tu és três, e nós somos três. Tende piedade de nós”.
“É uma bela oração, mas Deus não entende estas palavras. Vou ensinar-lhes uma oração que Deus escuta”.
E antes de seguir seu caminho, fez com que os astecas decorassem uma oração católica.
O missionário evangelizou vários povos, e cumpriu sua missão com um zelo exemplar. Depois de muito tempo pregando a palavra da Igreja na América, chegou o momento de retornar à Espanha.
No caminho de volta, passou pela mesma ilha onde estivera alguns anos antes. Quando a caravela se aproximava, o padre viu os três sacerdotes, caminhando sobre as águas, e fazendo sinal para que a caravela parasse.
“Padre! Padre!”, gritava um deles. “Por favor, torna a nos ensinar a oração que Deus escuta, porque não conseguimos lembrar!”
“Não importa”, respondeu o missionário, ao ver o milagre. E pediu perdão à Deus, por não haver entendido que Ele falava todas as línguas.

A ARROGÂNCIA DA INVEJA


No deserto da Síria, Satanás dizia aos seus discípulos: “o ser humano está sempre mais preocupado em desejar o mal aos outros que em fazer o bem a si próprio”.
E para demonstrar o que dizia, resolveu testar dois homens que descansavam ali perto.
“Vim realizar seus desejos”, disse para um deles. “Pode pedir o que quiser, que lhe será dado. Seu amigo receberá a mesma coisa – só que em dobro”.
O homem permaneceu em silêncio por longo tempo.
Finalmente, disse:
“Meu amigo está contente, porque terá sempre o dobro, seja qual for meu desejo. Mas consegui preparar-lhe uma armadilha: o meu pedido é que você me deixe cego de um olho”.

sexta-feira, 27 de abril de 2012

VOZ INTERIOR


Na maior parte das vezes, confundida com “inspiração”, o que é um equívoco. Estamos sempre escutando certas vozes interiores, ruídos destinados a nos distrair, a nos fazer perder o contato com a vida. Não se calam, não sossegam nunca. Certas tradições mágicas dizem que nosso controle sobre estas vozes é quase nenhum.
Quem já experimentou meditação sabe o quanto isto é verdade; e mesmo quem nunca meditou sabe que elas existem (músicas que cantamos mentalmente, pensamentos que não conseguimos evitar, etc.) Só uma coisa faz calar estas vozes: o entusiasmo. Quando estamos verdadeiramente envolvidos na arte de viver, estas pequenas e mesquinhas vozes interiores deixam de falar suas bobagens – e então podemos ouvir a voz de nosso anjo da guarda, a voz de nosso coração, a voz de Deus.

quinta-feira, 26 de abril de 2012

FERIADÃO BAM DANADO GENTE

CARTA DE UM CHEFE IRASCÍVEL


O que acontece com você? Por que de um bom tempo para cá você se transformou numa pessoa irascível e grosseira com seus colegas de diretoria e com os demais executivos da empresa?
Por favor, não me diga que você sempre foi assim. Até pode ser verdade. Mas você não tinha o poder que tem hoje. E desde que o obteve só fez piorar. Respiramos aqui dentro um ar envenenado.
Não tenho procuração para falar em nome de ninguém, a não ser no meu, mas lhe garanto que é crescente o clima de insatisfação com o seu comportamento. E como você mete medo nas pessoas, elas não ousam dizer o que pensam.
Vou lhe dizer o que penso. Aprendi em cursos de gerência que essa é a melhor forma de contribuir para o sucesso de um negócio.
Você centraliza em excesso a administração. Quer saber de tudo, dar palpite em tudo, decidir tudo ou quase tudo. Como tal coisa é impossível mesmo para um executivo em tempo integral, o que é o seu caso,
• o processo de tomada de decisões tem a agilidade de um elefante em férias. Você não tem tempo para despachar com ninguém. Aliás, você só gostaria de despachar com meia dúzia de pessoas. Tem diretor que despachou com você uma só vez em 15 meses;
• e todos aguardam seu pronunciamento. E evitam agir com receio de que você os desautorize. O que ocorre com freqüência, você sabe. Isso produz paralisia – e você também sabe. O espantoso é que parece não ligar.
A centralização em excesso emburrece as pessoas, diminui sua criatividade e conspira contra inovações. Elas se tornam mais medrosas. Confundem medo com cautela, medo com prudência, mas o que sentem é medo.
Quem gosta de ser admoestado aos gritos na frente dos outros? Quem gosta de ver os outros sendo admoestados? Quantas secretárias já não pediram para ser transferidas? Quantas não choraram depois que você lhes deu as costas?
Sucedem-se as pequenas/grandes crises. Você se tornou um administrador de crises. Crises que você mesmo provoca com irritante assiduidade.
Quer saber?
Penso que você perdeu o ponto de equilíbrio entre ser o executivo de pulso forte, que sabe o que quer e que empurra a empresa na direção desejável, e o executivo autoritário que demonstra enorme dificuldade para enfrentar divergências e conviver em ambiente democrático.
Você reage mal quando as pessoas expressam opiniões contrárias às suas. Por mais que tente disfarçar nessas ocasiões, é visível o seu desconforto. Todos notam. Como temem o desemprego e a humilhação, simplesmente emudecem.
Em viagem recente, lembra como reagiu ao desembarcar para conhecer uma sucursal da empresa? Você gritou: “Não quero seguranças comigo. Nem mesmo fotógrafo”. Você tinha o direito de dispensar quem quisesse. Mas aos gritos?
O que você faz de bom ou de mal, de simpático ou de desagradável, acaba atingindo o cargo que exerce. Você precisava ver o assombro dos formandos que o escolheram recentemente para paraninfo.
Seu discurso não foi brilhante. Mesmo assim você se sai melhor lendo do que improvisando. Mas é de praxe que o paraninfo pose para uma fotografia com seus afilhados. Você foi embora! Inacreditável! Você simplesmente foi embora.
Autoridade nada tem a ver com autoritarismo. Afirmação nada tem a ver com maus modos. Nem sempre há que se endurecer. Mas quando lhe parecer de todo impossível não fazê-lo, lembre-se de ser terno ao mesmo tempo.
Funciona. Acredite.

VOCÊ É UMA MARCA

Talvez você nunca tenha parado para pensar, mas, temos algumas semelhanças com os produtos e serviços que consumimos no dia-a-dia: Temos um nome; uma embalagem; atendemos necessidades; somos encontrados em um determinado local; cobramos pelos serviços e fazemos propaganda, você é uma marca. Qual o seu preço?
Pense nisso. 

TENHA UMA BOA SEXTA FEIRA


Alguns pensamentos que ajudam a tornar a vida mais leve. É difícil praticá-los, mas não custa lembrá-los:
  • não espere que a vida seja fácil. Nela não há nada bom ou ruim. Ela é feita de escolhas. Então escolha sabiamente, pois não há coincidências nem acidentes. Tudo de grande e pequeno porte é por uma razão;
  • grande parte da tua força, sabedoria e crescimento como pessoa virá das dificuldades e desafios.
  • trate todos como você gostaria de ser tratado e nunca tire a esperança de alguém, pois pode ser tudo o que ele tem para se agarrar;
  • não acredite em tudo o que ouve. Não diga tudo o que você pensa. Aprenda a ouvir; é uma arte. Diga sempre a verdade.  E seja cuidadoso com o que sai de sua boca, pois tuas palavras criam a tua realidade. Aprenda a dizer não, mas o faça com educação. Não tenha medo de dizer “não sei” ou “desculpe”. E nunca esqueça que há coisas na vida que nunca poderão ser recuperadas: a palavra falada, o tempo que passou e as oportunidades;
  • não fique fora de controle a qualquer momento. Quando ocorrer, respire profundamente e adie decisões para quando não estiver zangado;
  • faça uma coisa de cada vez, viva o momento presente e
  • não seja tão duro consigo mesmo. Um dia você vai olhar para trás e morrer de rir de tudo o que fez na vida.  
                                       texto RENATO FALLADOR 

sábado, 21 de abril de 2012

MOVIMENTANDO A SOMBRA

Myiamoto Musashi, o célebre samurai que escreveu “O livro dos cinco anéis”, fala da estratégia para se compreender o espírito e as qualidades do inimigo.
Segundo ele, quando não conseguimos saber o que nosso adversário pretende, devemos fingir um ataque. Todas as pessoas do mundo estão sempre preparadas para se defender, porque vivem no medo e na paranóia de que os outros não gostam dela.
Desta maneira, também nosso adversário – por mais brilhante que seja – é inseguro e reage com violência exagerada à provocação. Ao fazer isso, mostra todas as armas que tem, e ficamos sabendo onde está forte, e quais são os seus pontos fracos.
Musashi chama esta técnica de “movimentar a sombra”. Na verdade, o guerreiro da luz não entra no combate, mas provoca um pouco, e a sombra de sua provocação confunde o adversário.
Então, sabendo exatamente que tipo de confronto deve esperar o guerreiro da luz ataca ou recua.

DOS DIÁLAGOS

Um guerreiro, de vez em quando, fala sozinho. Mas não fica o tempo todo prestando atenção a si mesmo.
Uma coisa é escutar seu coração. Outra coisa é ficar só conversando consigo mesmo, sem prestar atenção aos outros. Se agir assim, não conseguirá dormir direito, e perderá o prazer dos momentos importantes do dia.
Dentro de cada um de nós existe um anjo e um demônio, e suas vozes são muito parecidas.  Diante de uma dificuldade, o demônio alimenta esta conversa, procurando nos mostrar como somos fracos e injustiçados. O anjo nos faz refletir sobre nossas atitudes, e ajuda a  encontrar o melhor caminho.
Um guerreiro está sempre atento a estes detalhes, e não se deixa enganar.

QUANDO DEUS NÃO NOS AJUDOU


Mestre e discípulo caminham pelos desertos da Arábia. O mestre aproveita cada momento da viagem para ensinar ao discípulo sobre a fé.
“Confie suas coisas a Deus”, dizia. “Porque Ele jamais abandona seus filhos”.
De noite, ao acamparem, o mestre pediu que o discípulo amarrasse os cavalos numa rocha próxima. O discípulo foi até a rocha, mas se lembrou do que aprendera durante aquela tarde.
“O mestre deve estar me testando. Na verdade, devo confiar os cavalos a Deus”. E deixou os cavalos soltos.
De manhã, descobriu que os animais haviam fugido. Revoltado, procurou o mestre.
“O senhor não entende nada sobre Deus! Ontem, aprendi que devia confiar cegamente na providência, entreguei a Ele a guarda dos cavalos, e os animais desapareceram!”
“Deus queria cuidar dos cavalos”, respondeu o Mestre. “Mas, naquele momento, Ele precisava de suas mãos para amarrá-los, e você não as emprestou”.

domingo, 8 de abril de 2012

NOVA FORMA DE TRABALHAR NO BRASIL E NO MONDO


Tendências no Brasil e no mundo, a forma de trabalhar
1) Forte impacto das tecnologias da informação, notadamente a internet, provocando mobilidade dos profissionais para trabalhar em qualquer lugar e horário;
2) Necessidade do profissional estudar sempre, principalmente no desenvolvimento da sua capacidade de aprender por conta própria (Projeto Fazendo e Aprendendo);
3) Mudanças das profissões, fazendo desaparecer algumas e outras se misturando com atividades já existentes;
4) Todo profissional necessita saber comunicar (falar e escrever) utilizando todas as mídias, visando realizar negociações, atendimento e vendas;
5) Saber trabalhar em equipe, de forma presencial e a distância;
6) Crescimento do Teletrabalho (trabalho a distância).
Por tudo isso e muito mais,  sugerimos que você pense nisso

SINAL DE DEUS


Um velho árabe analfabeto orava com tanto fervor, todas as noites, que o rico chefe de grande caravana resolveu chamá-lo:
- Por que oras com tanta fé? Como sabes que Deus existe, quando nem ao menos sabes ler?
- Sei ler, sim senhor. Leio tudo que o Grande Pai Celeste escreve.
- Como assim?
O servo humilde explicou-se:
- Quando o senhor recebe uma carta de pessoa ausente, como reconhece quem a escreveu?
- Pela letra.
- Quando o senhor recebe uma jóia, como sabe quem a fez?
- Pela marca do ourives.
- Quando ouve passos de animais, ao redor da tenda, como sabe se foi um carneiro, um cavalo um boi?
- Pelos rastros – respondeu o chefe, surpreendido com aquele questionário.
O velho crente convidou-o para fora da barraca e mostrou-lhe o céu.
- Senhor, aquelas coisas escritas lá em cima, este deserto aqui em baixo, nada disso pode ter sido desenhado ou escrito pelas mãos dos homens.

SALVANDO O AMOR

História de uma ilha onde viviam os principais sentimentos do homem: Alegria, Tristeza, Vaidade, Sabedoria, e Amor.  Um dia, a ilha começou a afundar no oceano; todos conseguiram alcançar seus barcos, menos o Amor.
Quando foi pedir a Riqueza que o salvasse, esta disse:
- Não posso, estou carregada de jóias e ouro.
Dirigiu-se ao barco da Vaidade, que respondeu:
- Sinto muito, mas não quero sujar meu barco.
O Amor correu para a Sabedoria, mas ela também recusou, dizendo:
- Quero estar sozinha, estou refletindo sobre a tragédia, e mais tarde vou escrever um livro sobre isto.
O Amor começou a se afogar. Quando estava quase morrendo, apareceu um barco – conduzido por um velho – que o terminou salvando.
- Obrigado – disse, assim que se refez do susto. – Mas quem é você?
- Sou o Tempo – respondeu o velho. Só o Tempo é capaz de salvar o Amor